País
Começa o ano letivo para os alunos do ensino secundário com falta de professores
O Diretor da Associação Nacional das Escolas Públicas, Filinto Lima, revelou que ainda faltam professores nos estabelecimentos de ensino e frisou que quem sabe o número exato é o Ministério da Educação.
"Nós não temos números, quem tem números é o Ministério da Educação. Não queria dar números inflacionados, Mas quem os tem é o Ministério da Educação. O que sabemos é que ainda faltam professores. Sobretudo na região de Lisboa", afirmou o Diretor da Associação Nacional das Escolas Públicas no programa Bom Dia Portugal da RTP Notícias.
A maior falha de professores é sentida na disciplina de Português no secundário e na de Tecnologias de Informações e Comunicação.
Em relação há falta de habitação para os professores deslocados, Filinto Lima deixa a recomendação ao presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, para seguir o exemplo de Oeiras e criar "condições para que os professores tenham rendas acessíveis na cidade de Lisboa". Filinto Lima revelou ainda que os problemas no secundário são os mesmos do ano anterior, com a falta de alguns professores. "Há ainda alguns professores em falta, muitos por entregarem atestados médicos".
Segundo o Diretor da Associação Nacional das Escolas Públicas, "hoje começa um novo instrumento, com o qual podemos combater as faltas de professores, é a colocação contínua de docentes. Ou seja, em vez de a colocação uma vez por semana, será diariamente".
"Vamos ver como é que esta plataforma se comporta. Mas temos de ter professores que concorram para serem colocados nas escolas onde ainda possa haver falhas".
Em relação há falta de habitação para os professores deslocados, Filinto Lima deixa a recomendação ao presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, para seguir o exemplo de Oeiras e criar "condições para que os professores tenham rendas acessíveis na cidade de Lisboa". Filinto Lima revelou ainda que os problemas no secundário são os mesmos do ano anterior, com a falta de alguns professores. "Há ainda alguns professores em falta, muitos por entregarem atestados médicos".
Segundo o Diretor da Associação Nacional das Escolas Públicas, "hoje começa um novo instrumento, com o qual podemos combater as faltas de professores, é a colocação contínua de docentes. Ou seja, em vez de a colocação uma vez por semana, será diariamente".
"Vamos ver como é que esta plataforma se comporta. Mas temos de ter professores que concorram para serem colocados nas escolas onde ainda possa haver falhas".
O início das aulas tinha sido adiado uma semana depois do conturbado processo de correção dos exames nacionais e para evitar sobrecarregar os professores classificadores e permitir uma época especial de exames mais tranquila.
O ano letivo anterior ficou marcado pelos atrasos e erros reportados na classificação das provas digitalizadas.
Os alunos do básico já começaram as aulas o ano na semana passada.
Em Évora não há falta de professores Na escola secundária André Gouveia, em Évora, cerca de 400 alunos dos três anos do secundário regressaram esta segunda-feira às aulas com professores para todas as disciplinas.